O BOMBEIRO
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Toca a sirene; e os bombeiros
Lá vão pela estrada fora
Seja de dia ou de noite
Estão prontos a qualquer hora
São os soldados da paz
Dispostos a correr perigos
P´ra acudir ao cidadão
Às vezes não é incêndio
Mas sim trágico acidente
E lá vão de boa mente
Ajudar a toda a gente
E vai passando a ambulância
Numa corrida apressada
A gente desesperada
São uns com pernas partidas
Ou com braços desmanchados
Alguns a esvair-se em sangue
Outros quasi amortalhados
A causa são as corridas
De carros desenfreados
Que por motivos de álcool
Aconteceu a tragédia
E não param de beber
E acabar com a “comédia”
E tu ó fiel bombeiro
Digno és da nossa estima
É pois a ti que eu saúdo
E que dedico esta rima
(2002)
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